Nesta sexta-feira (16), às 10h, o ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Luiz Dulci participa da solenidade de início das atividades do Campus Avançado Santos Dumont, do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sudeste de Minas Gerais.
O campus avançado de Santos Dumont foi criado pela resolução 002 de 25 de fevereiro de 2010 do conselho superior do Instituto Federal Sudeste de Minas Gerais. A iniciativa é resultado de uma ampla discussão que começou em setembro do ano passado. Uma comissão formada por representantes da Secretaria Geral da Presidência da República , do Ministério da Educação, através da Setec (Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica), do Instituto Federal Sudeste de Minas Gerais, da Prefeitura Municipal de Santos Dumont, do Cemep (Centro Municipal de Educação Profissional de Santos Dumont), do Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), do Dnit (Departamento Nacional de Estrutura de Transportes), da SPU (Secretaria de Patrimônio da União), da inventariança da extinta Rede Ferroviária Federal e do Instituto de Belas Artes da Universidade Federal de Minas Gerais reuniram esforços para realizar o projeto.
O novo campus vai ocupar uma área de aproximadamente 30 mil metros quadrados, onde funcionam o Cemep e a antiga oficina da Rede Ferroviária Federal. A estrutura do Cemep será mantida e junto com as novas proposições do Instituto serão oferecidas 135 vagas, para os cursos de técnico em transporte ferroviário, técnico em eletrotécnica e técnico em mecânica, a partir do segundo semestre de 2010. No ano seguinte, além dos já existentes, o campus ofertará os cursos de técnico em transporte de carga, conservação e restauração (focado em bens ferroviários), guia de turismo e pós-graduação em automação industrial (ferrovias). Na modalidade aprendizagem as opções serão eletricidade, mecânica e metalurgia.
O campus avançado Santos Dumont vai atuar na pesquisa, ensino e extensão e além da parte educacional, o projeto prevê a instalação de uma incubadora de empresas, focada no setor ferroviário e de um centro de preservação da memória ferroviária. O investimento inicial previsto para a instalação do campus é de 8 milhões de reais para os primeiros dois anos. 4 milhões serão destinados a restauração dos prédios antigos, onde serão instalados os laboratórios de operação, manutenção e restauro. 2 milhões serão investidos na reforma e ampliação de salas de aula, biblioteca, anfiteatro e laboratórios e cerca de 700 mil a 1 milhão e 400 mil reais anual, destinados à manutenção.
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